Coronavírus, economia e as finanças pessoais - notícias atualizadas

14.4.2020 (Tempo de leitura: 10 min.)

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A pandemia global devido ao COVID-19 (Coronavírus) transformou a economia do mundo inteiro. E, claro, as finanças pessoais são impactadas com a crise humanitária e econômica que todos os países terão que enfrentar em 2020. Queremos com este artigo trazer informações sobre medidas governamentais, dicas para controlar os orçamentos e como agir neste momento de tensão, ansiedade e expectativa.

Nós estamos atualizando este artigo a todo momento. Última atualização: 27.07.2020





Crédito para Empresas


Mais da metade das PMEs só aguentam mais seis meses de crise

  • Não é novidade que a crise causada pelo Covid-19 fez o faturamento das pequenas e médias empresas despencar violentamente. Em estudo efetuado entre 19 e 21 de maio pela Capterra, uma empresa de software do grupo Garner, junto a 337 empresas dos mais diversos setores do país alerta que 53% das mesmas só terão condições de sobreviver por mais seis meses se as condições atuais do mercado se mantiverem. Por outro lado 25% responderam que sobreviveriam por mais um ano e outros 22% poderiam sobreviver de seis meses a um ano. (UOL)

Somente 13,3% dos R$ 7,5 bi destinados às ME e pequenas empresas foram liberados pela Caixa

  • Nos últimos 40 dias, a Caixa Econômica Federal emprestou apenas R$ 1 bilhão da linha de financiamento destinada às micro e pequenas empresas, além de empreendedores individuais (MEI). Esse montante é apenas 13,3% dos R$ 7,5 bilhões destinados ao programa. A Caixa conta com a garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) do Sebrae para cobrir uma parte da inadimplência da carteira como um todo. (IG)

Linha de crédito pelo Pronampe é sancionada, facilitando o crédito para pequenas e micro empresas

  • Uma linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União. Essas empresas podem solicitar crédito de até 30% da receita bruta anual da empresa no exercício de 2019. Caso a empresa tenha menos de um ano, o pedido pode ser de até 50% do capital social ou 30% da média do faturamento mensal. Todas as instituições financeiras podem conceder essa linha de crédito, que terá taxa máxima de juros igual à SELIC. (UOL)


Fintechs


Governo Federal não aceita ajuda de fintechs para distribuição do Auxílio Governamental

  • As fintechs tinham se proposto a ajudar na distribuição do auxílio governamental, mas o Governo Federal preferiu centralizar na Caixa a distribuição, vetando a participação dos bancos digitais por considerar que não era válido criar essa despesa. A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) criticou o veto presidencial. (UOL)

As fintechs seriam mais ágeis para distribuir o auxílio emergencial, segundo CEO da PagSeguro

  • Ricardo Dutra, CEO da PagSeguro disse que as parcelas do auxílio emergencial poderiam ser pagas rapidamente e em questão de dias pelas fintechs, sem filas e nem aglomerações. Segundo Ricardo, os microempreendedores individuais são exatamente a faixa de clientes atendidos pela empresa. “Teríamos muito mais agilidade em atender o cidadão neste momento tão difícil. (UOL)

Fintechs podem auxiliar na concessão de crédito e facilitar acesso a auxílios do Governo

  • As fintechs estão se oferecendo para triplicar a oferta de crédito a pequenos e médios empresários, chegando a 10 bilhões de reais em financiamentos. A ideia é que essas empresas financeiras com forte presença digital ajudem a injetar recursos na economia e também com a conexão de seus clientes, muitos deles Microempreendedores Individuais (MEI) com os recursos que o Governo Federal está disponibilizando. Faltam apenas pequenos detalhes de regulamentação. (UOL)


Interesse Público


Após reabertura dos Shoppings setor de alimentação indica baixo movimento

  • De acordo com pesquisa da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), efetuada no dia 16 de julho, com lojistas do segmento de alimentação da cidade de São Paulo, 91% dos lojistas afirmam que o movimento caiu após a reabertura do comércio. Segundo os entrevistados, 55% consideraram o fluxo de clientes muito baixo e 36% consideraram o movimento baixo. Somente 9% afirmam que a movimentação é regular, entretanto ninguém qualificou o movimento como "bom" (UOL)

Aneel aprova volta de cortes por inadimplência

  • Desde o início da pandemia do COVID-19, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) havia adotado provisoriamente a proibição de cortes por falta de pagamento. Ela foi válida pelo período entre 24 de março e 31 de julho, no qual os estados decretaram o isolamento social. Entretanto, a partir de 1 de agosto, as distribuidoras estão autorizadas a executar cortes de energia dos consumidores que não pagarem suas contas. A única exceção serão os usuários do programa de Tarifa Social, que terão o fornecimento garantido mesmo não pagando suas faturas, mas somente até o fim deste ano de 2020. (Jovem Pan)

Mercado financeiro prevê que a queda do PIB ficará abaixo de 6% este ano

  • Nova estimativa do mercado financeiro estima que a queda do PIB deverá ficar abaixo de 6% neste ano de 2020. Esse número é uma melhora em relação à previsão anterior, colocando a queda em 6,10%. A projeção faz parte do relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira, dia 20, pelo Banco Central do Brasil. Já para o ano que vem (2021) espera-se um crescimento no PIB de 3,50%. (G1)

Vendas no varejo recuam 24,1% em junho

  • De acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), as vendas no varejo recuaram 24,1% em junho deste ano se comparado ao mês de junho de 2019. Esse resultado, descontando a inflação, foi decorrente da pandemia do Covid-19. O setor de bens duráveis foi o que obteve alguma melhora, principalmente o vestuário, móveis e bens duráveis. Segundo avaliação do superintendente-executivo de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto apesar de forte, houve uma melhora em relação a abril e maio deste ano, quando as vendas reais caíram 36,5% e 30,5% respectivamente. (Exame)

Pedidos de seguro-desemprego em junho chegam a 653,2 mil

  • Neste mês de junho foram registrados 653.200 pedidos de seguro-desemprego, conforme dados divulgados pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia nesta quinta-feira. O volume de registros supera o mesmo mês do ano passado em 28,4%. Com a divulgação desses dados o número de pedidos sobe para 2,59 milhões desde a segunda quinzena de março, quando os efeitos da pandemia do Covid-19 começaram a afetar a economia brasileira.
  • Os estados com maior volume de pedidos de seguro-desemprego no mês de junho foram São Paulo (199.066), Minas Gerais (70.333) e Rio de Janeiro (52.163). (Estado de S. Paulo)

Depósitos na poupança superam saques em junho

  • Os depósitos nas cadernetas de poupança superaram os saques em R$ 20,533 bilhões de reais no mês de junho, segundo o Banco Central. Desde a série histórica iniciada em 1995 esse foi o melhor resultado para os meses de junho. O saldo da poupança agora atinge os R$ 943,638 bilhões de reais. Neste mês de junho foram pagos rendimentos que atingiram os R$ 2,037 bilhões de reais. (G1)

Aeroporto de Guarulhos tem queda de 88% no 2º trimestre

  • O tráfego de passageiros no Aeroporto Internacional de Guarulhos sofreu uma queda de 88%, comparando com o 2º trimestre de 2019, segundo informações da Invepar (gestora que controla o Aeroporto de Guarulhos). A razão, claro, são as medidas de isolamento social decretadas para conter a pandemia do Covid-19 e o receio dos passageiros em voar no meio de uma pandemia global. (G1)

O Brasil entrou em recessão no primeiro trimestre de 2020

  • Segundo o Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o país entrou em recessão a partir do primeiro trimestre deste ano. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do primeiro trimestre registrou baixa de 1,5% se comparado aos quatro últimos meses de 2019, conforme os dados das Contas Nacionais Trimestrais, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há um mês. (UOL Educação)

Presidente Bolsonaro afirma que seria insustentável pagar mais duas parcelas de R$ 600 de auxílio

  • O presidente Jair Bolsonaro disse hoje, em entrevista para o canal Agro+, que o governo não terá condições de pagar mais duas parcelas extras do auxílio emergencial no valor de R$ 600. O ministro da economia Paulo Guedes abriu a possibilidade para o pagamento de duas parcelas extras, mas ainda falta definir a quantia. Segundo o Presidente, um valor mais baixo será negociado no Congresso, pois não é possível continuar gastando R$50 bilhões por mês (Infomoney)

Senado aprova lei que suspende cobrança do empréstimo consignado por 4 meses

  • Foi aprovado no Senado o Projeto de Lei (PL) 1.328/2020, que suspende as parcelas de empréstimo de crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, pelo período de quatro meses. A intenção é minimizar as perdas salariais geradas pela pandemia de Covid-19. Esse projeto visa beneficiar em especial os aposentados e pensionistas. Com a medida de suspensão dessas parcelas, o devedor estará livre de ser enquadrado como inadimplente, além de não serem cobrados juros durante esse período. (UOL)

Bancos reduzem juros de empréstimos após corte na Selic

  • Com o corte de 0,75 pontos percentuais, a taxa Selic fica reduzida a 2,25% ao ano. Desse modo, os bancos anunciaram uma redução nos juros aplicados em empréstimos para pessoas físicas e empresas. O Banco Itaú pretende repassar o corte da taxa básica de juros integralmente para as linhas de crédito pessoal e capital de giro. O Banco do Brasil também irá reduzir as taxas de juros para linhas de crédito de pessoas físicas e jurídicas. Em ambos os bancos essas novas condições valerão a partir da segunda feira (22). (Exame)

Gasto com alimentação das famílias pobres torna-se mais pesado durante a pandemia

  • No cenário atual, devido à pandemia do Covid-19, as famílias mais pobres tem perdido mais da metade da sua renda segundo o Instituto Plano CDE. Vários profissionais tiveram uma redução salarial e aumentaram seus gastos em casa, devido ao home office. A alta de 0,24% na alimentação, apesar de parecer pequena, afeta diretamente as famílias menos favorecidas, que já gastam em média 22% do seu salário na compra de alimentos. (Estadão)

Recuperação da economia brasileira deverá ser mais lenta que em 90% dos países

  • A recuperação da economia mundial após a pandemia da Covid-19 deverá ser mais demorada do que em recessões anteriores, principalmente para o Brasil. De acordo com levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) e a edição mais recente do Boletim Focus, do Banco Central, a expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro desabe este ano e tenha uma recuperação tímida no ano que vem. No biênio 2020/2021, o PIB deve cair 1,6%. Segundo o pesquisador Marcel Balassiano, do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), aponta que o Brasil ficará na 171.ª posição entre 192 países. Na lista dos sul-americanos, apenas a Venezuela terá um resultado pior e deve ficar em penúltimo lugar geral. (UOL)

Comércio tem queda de 16,8% com o distanciamento social

  • O comércio brasileiro teve uma queda expressiva - 16,8% em abril - devido à pandemia do Covid-19 e, consequentemente, a aplicação do distanciamento social em todo o país. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é o pior desempenho do setor desde o início da série histórica, que começou em janeiro de 2000. Todos os ramos de atividade pesquisados pelo IBGE sofreram quedas, até mesmo os setores essenciais, como supermercados, produtos alimentícios e farmacêuticos. (UOL)

Banco Mundial projeta queda do PIB brasileiro em 2020

  • O Banco Mundial acaba de apresentar um novo relatório onde aponta que a economia brasileira deverá encolher 8% em 2020 devido à crise do coronavírus. Seria a maior queda em 120 anos, segundo os dados do IBGE referentes à evolução do Produto Interno Bruto (PIB) do País. A economia brasileira só deverá começar a se recuperar em 2021 com um crescimento previsto de 2,2%, segundo o mesmo relatório. (Infomoney)

São Paulo tem deflação pelo segundo mês consecutivo

  • O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou deflação de 0,24% em maio na cidade de São Paulo, a cidade mais afetada pela pandemia do Covid-19. Segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) os componentes que mais desaceleraram foram os itens como Alimentação (de 1,26% em abril para 0 66% em maio) e Saúde (de 0,44% para 0,18%) enquanto o de Vestuário ampliou deflação, de -0,01% para -1 22%. (Exame)

Taxa de desemprego sobe para 12,6% em abril

  • A taxa de desemprego no Brasil subiu de 11,2% para 12,6% no trimestre que se encerrou em abril, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Quase 5 milhões de postos de trabalho foram fechados e os números podem ser ainda piores porque pessoas podem simplesmente ter parado de procurar trabalho. Os números de maio devem trazer dados ainda piores. (Estadão)

Mais da metade dos MEIs não pagaram imposto em março

  • A crise pela pandemia do COVID-19 está atingindo com tudo os Microempreendedores Individuais (MEI). No mês de março 59,3% não pagaram o Documnento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), o pior resultado desde que a série histórica começou, em janeiro de 2018. Em março de 2019 o número foi de 47% (UOL)

Investimentos diretos no Brasil tem pior abril em 25 anos

  • Os investimentos diretos no Brasil tiveram o pior mês de abril em 25 anos, somando 234 milhões de dólares no período citado. A queda, claro, tem relação com a pandemia global do COVID-19. A expectativa do Banco Central era de ingressos líquidos na casa de 1,5 bilhão de dólares. (Reuters)

Produção de carros cai 99% em abril, pior resultado da história

  • A produção de veículos em abril foi de apenas 1800 unidades, o pior resultado mensal desde 1957. A queda foi de 99% em comparação com o mês anterior, motivado, é claro, pela pandemia. As fábricas de automóveis tiveram uma paralisação voluntária, com Renault e BMW voltando de forma gradual e com restrições. Existe um protocolo com 34 medidas para o retorno dessas fábricas após o pior período da contaminação passar.(UOL)

Taxa Selic cai para 3% e exige maior “criatividade” de investidores

  • Após a taxa Selic reduzir para o patamar de 3% ao ano, os investidores terão de enfrentar um grande desafio pela frente. As aplicações em renda fixa passam a ser uma opção pouco interessante com os juros tão baixos e ainda a incidência do Imposto de Renda. A opção mais “tradicional” seria a Bolsa Brasileira, mas a crise política e também o enfraquecimento da economia nacional causa dúvidas sobre seu potencial. (Infomoney)

Estudo da GV indica que a cada dia mais pessoas se endividam por causa da pandemia

  • Já são visíveis os efeitos da pandemia do Covid-19 nos índices de endividamento das pessoas. Na semana passada o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) publicou que cerca de 30% da população brasileira está em situação de “estresse financeiro”. O indicador mostra que uma boa parcela da população está se endividando e ficando com o nome negativado nos serviços de proteção ao crédito. As principais causas disso são o desemprego, jornadas ou salários reduzidos e fechamento do comércio em geral (G1)

Aprovada linha de crédito para micro e pequenas empresas

  • O Senado aprovou o Projeto de Lei 1.282/2020 que cria uma linha de crédito especial para as micro e pequenas empresas. Será possível realizar empréstimos de valor correspondente de até 30% da sua receita bruta de 2019. A intenção é que essas empresas consigam manter os empregos durante o período da pandemia do Covid-19. (UOL)

Depois de turbulência, Bolsa sobe e Dólar cai

  • Com a difícil semana que terminou na esfera política, o dólar foi às alturas e a Bolsa caiu de forma acentuada. Agora as coisas começam a acalmar de novo. A Bolsa de Valores alcançou novamente os 80 mil pontos, com uma segunda forte e uma terça-feira que segue pelo mesmo caminho. Já o Dólar caiu mais de 3% nesta terça, caindo abaixo do patamar de R$5,50. No mundo os índices acionários também operaram em alta pela expectativa de uma retomada breve da atividade econômica. (UOL)

Covid-19 pode criar desemprego recorde

  • A pandemia do Covid-19 tem impactado diretamente no emprego. A continuar o isolamento social os empresários acreditam que mais de 3 milhões de vagas poderão desaparecer em um prazo bastante curto. Segundo pesquisas efetuadas pelas associações de empresários, uma série de empresas já reduziu seus quadros em 16,4%. Essas mesmas associações dizem ser imprevisíveis o número de demissões que poderão ocorrer, pois o impacto da pandemia está sendo demasiadamente pesado para a grande maioria das empresas. (UOL)

Estados começam a flexibilizar o isolamento

  • Após um levantamento do governo, dez estados da federação já tomaram medidas para a flexibilização do isolamento social instituído para evitar a disseminação do Covid-19. Foram levados em consideração aspectos econômicos, risco social e capacidade hospitalar para atendimento em UTIs. São eles o Distrito Federal e os estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Paraná, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Sergipe e Paraíba. O estado de São Paulo está avaliando medidas para uma flexibilização gradual a partir do dia 11 de maio. (UOL)

Justiça proíbe bancos de aumentarem juros em meio à pandemia

  • A Justiça do Distrito Federal proibiu os bancos de aumentar taxas de juros ou criar exigências a mais para concessão de crédito durante a pandemia do COVID-19. A decisão provisória foi tomada após uma ação popular contra a União e o presidente do Banco Central (Folha de S.Paulo).

Ministro do STF suspende cobrança por cheque especial não utilizado

  • O Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a cobrança pelo cheque especial não utilizado, algo que os bancos cobravam ao oferecer o serviço. O cenário da pandemia pelo coronavírus foi um dos argumentos usados para a medida. (UOL)

Liminar impede corte nos serviços de água, luz, gás canalizado e telecomunicações

  • Uma liminar concedida pela Justiça Federal impede o corte no fornecimento de serviços de água, luz, gás canalizado e serviços de telecomunicações. Os serviços que foram cortados por inadimplência também devem ser restabelecidos. (Estadão)


Auxílio Governamental


Segunda parcela do Auxílio governamental será liberada a partir do dia 20 de maio

  • Depois de idas e vindas com as datas da segunda parcela do auxílio governamental e problemas com a liberação da primeira ajuda, o governo liberou o calendário para o pagamento de R$600 para os brasileiros que se enquadram nas condições impostas. Quem puder optar por um depósito na poupança digital da Caixa pode receber o dinheiro a partir do dia 20 de maio. Quem quiser sacar em dinheiro nas agências da Caixa terá que esperar até pelo menos o dia 30 de maio. O auxílio será disponibilizado em 12 dias diferentes, na ordem dos meses de nascimento dos beneficiados. No dia 30 de maio a liberação será para os nascidos em janeiro, no primeiro de junho os nascidos em fevereiro e assim por diante até o dia 13 de junho para os aniversariantes em dezembro. (UOL)

Auxílio governamental não deve ser mantido depois da pandemia

  • Depois do secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade dizer que o auxílio governamental de R$600 poderia ser mantido após o pico da pandemia, o Ministério da Economia liberou nota no sentido contrário. O argumento apresentado é que as despesas excepcionais neste período não podem se transformar em permanentes para não afetar as contas públicas no próximo ano. (UOL)

Micro e pequenas indústrias reclamam que ajuda governamental não tem chegado

  • De acordo com o 2º Boletim de Tendências das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo, realizado pelo Datafolha, o percentual das micro e pequenas indústrias que não estão conseguindo ter acesso às ajudas do governo contra a pandemia do Covid-19 aumentou de 71% em 14 de abril, para 75% no fim do mesmo mês. Isso significa que três em cada quatro empresas ainda não obtiveram acesso aos respectivos programas. Apesar do acesso ao crédito ter aumentado entre as pequenas e micro indústrias na última semana de abril, o número dessas mesmas empresas que não conseguiram o crédito ainda é bastante alto. (UOL)

Tesouro deve vender títulos para pagar a conta da pandemia segundo secretário do Tesouro

  • O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, declarou que o governo precisará aumentar o endividamento vendendo títulos. O objetivo dessa operação visa cobrir os custos com a pandemia do Covid-19, manter empregos e garantir ao menos uma renda mínima para os que não possuem um emprego formal. Esses títulos são oferecidos a investidores, pessoas físicas, empresas e bancos com o objetivo de financiar as atividades públicas. (UOL)

Beneficiários do auxílio emergencial com dificuldades em receber

  • Milhares de beneficiários do auxílio emergencial estão impossibilitados de acessar ao aplicativo “Caixa Tem”. A Caixa criou uma conta-poupança digital nesse aplicativo para depositar o benefício, mas em alguns casos os usuários não conseguem nem mesmo fazer o login. A movimentação dessa conta é virtual e tem como objetivo evitar aglomerações nas lotéricas e agências bancárias.A Caixa informa que esse problema está sendo ocasionado pelo número elevado de acessos, mas melhorias estão sendo aplicadas para um melhor desempenho. (Estadão)

Cerca de 30% dos pedidos de auxílio governamental foram negados

  • Dos 23 milhões de requerimentos realizados para receber o montante de 600 reais de auxílio, 28,7% dos requerimentos foram negados por não se encaixarem com os critérios estabelecidos (UOL)

Auxílio emergencial deve sair em até 48h após cadastro

  • O site do Cadastro Único está sofrendo com a alta procura e por isso um app será desenvolvido para processar os pedidos do auxílio emergencial de R$600 prometido pelo Governo Federal. Segundo o Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, o aplicativo permitirá que o processamento seja feito em até 48 horas e deve ser lançado na terça-feira. Poderão receber esse valor: trabalhadores sem carteira assinada, microempreendedores individuais e desempregados que se encaixem nos critérios do Cadastro Único (UOL)

Governo de São Paulo destina dinheiro para empréstimos a juros baixos

  • As pequenas empresas estão entre as mais prejudicadas com a queda no consumo e a quarentena no estado de São Paulo. Por isso o Governo do Estado de São Paulo destinou mais R$150 milhões para empréstimos para empresas com faturamento anual entre R$81 mil e R$10 milhões. As condições foram alteradas: a taxa de juros será menor para os setores de economia criativa, parte do comércio, turismo e cultura, o prazo passa de 36 meses para 60 meses e a carência de três para 12 meses (UOL)



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